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Quanto custa um site profissional para pequena empresa: o que compõe o preço

Por Pedido Ativo · · 6 min de leitura

Resposta rápida

Não existe preço único para um site profissional, porque o valor depende do que entra no projeto: quantidade de páginas, quem escreve o conteúdo, design próprio ou modelo pronto, tecnologia, integrações, preparo para busca e para IA, e a manutenção depois da entrega. Além do valor de criação, há custos recorrentes como domínio e hospedagem. Para comparar orçamentos, exija que cada um descreva o escopo item a item. Proposta barata com escopo vago costuma sair cara.

Mesa de madeira vista de cima, com várias pessoas trabalhando em notebooks

Por que os orçamentos variam tanto

Você pede três orçamentos e recebe três valores muito distantes. Isso acontece porque "site" é uma palavra que cobre coisas muito diferentes. Um modelo pronto com o seu logotipo e um projeto com pesquisa, redação, design próprio e SEO são dois produtos distintos com o mesmo nome.

Por isso não vamos publicar uma tabela de preços aqui. Qualquer número solto seria chute. O que ajuda de verdade é entender as peças que formam o valor, para você saber o que está comprando.

O que compõe o preço de criação

  • Planejamento: entender o negócio, o público e definir quais páginas existem e o que cada uma precisa responder.
  • Conteúdo: redação dos textos. Quando o cliente entrega tudo pronto, o custo cai. Quando a empresa contratada escreve, o custo sobe e o resultado costuma melhorar.
  • Fotos e imagens: usar fotos reais, contratar fotógrafo ou recorrer a banco de imagens.
  • Design: modelo pronto adaptado ou layout criado para a sua marca.
  • Desenvolvimento: a construção em si, a tecnologia escolhida e o cuidado com velocidade no celular.
  • Quantidade de páginas e de idiomas.
  • Integrações: formulário ligado ao WhatsApp ou ao CRM, agenda, pagamento, catálogo, área restrita.
  • SEO e preparo para IA: títulos, estrutura answer-first, dados estruturados, sitemap, llms.txt, prévia de link.
  • Adequação legal: política de privacidade, aviso de cookies e regras do conselho profissional, quando houver.
  • Rodadas de revisão e prazo. Pressa custa.

Os custos que continuam depois da entrega

Muita frustração vem de descobrir esses itens só depois. Pergunte antes:

  • Domínio: a anuidade do endereço. Registre sempre no CNPJ ou CPF do dono da empresa, nunca no nome da agência.
  • Hospedagem: varia conforme a tecnologia. Sites estáticos costumam ter custo baixo. Sistemas com banco de dados pedem planos mais robustos.
  • E-mail profissional, que normalmente é contratado à parte.
  • Licenças de tema, plugin ou ferramenta, quando o projeto usa.
  • Manutenção: atualizações, backup, pequenos ajustes e suporte.
  • Produção de conteúdo contínuo, se houver blog.

O barato que sai caro

  • Domínio registrado no nome de quem fez o site. Na hora de trocar de fornecedor, você fica refém.
  • Site sem acesso administrativo para o dono.
  • Modelo pesado, lento no celular, que afasta visitante.
  • Texto genérico que poderia ser de qualquer empresa.
  • Nenhum cuidado com busca: sem título adequado, sem dados estruturados, sem prévia de link.
  • Mensalidade eterna em que, se você para de pagar, perde o site inteiro.

Um exemplo comum: a empresa paga pouco por um site, descobre meses depois que ele não aparece na busca, não abre direito no celular e que o fornecedor sumiu com a senha do domínio. Refazer tudo custa o valor de um site novo, mais o tempo perdido sem receber contato. O problema não foi pagar pouco. Foi não saber o que estava sendo comprado.

O contrário também merece atenção. Preço alto não é prova de qualidade. O que prova é escopo claro, trabalhos anteriores que você pode visitar e disposição para explicar cada item.

Você pode ver sites e sistemas que já entregamos em projetos.

Como comparar orçamentos

  1. Peça a lista de páginas incluídas.
  2. Pergunte quem escreve os textos e quem fornece as imagens.
  3. Confirme em nome de quem ficam o domínio, a hospedagem e o código.
  4. Pergunte o que está incluído de SEO, dados estruturados e velocidade.
  5. Peça o valor de tudo que é recorrente, mês a mês e ano a ano.
  6. Veja quantas rodadas de revisão existem e qual é o prazo.
  7. Pergunte como funciona uma alteração depois da entrega e quanto custa.
  8. Peça para ver sites no ar feitos pela empresa e abra no seu celular.

Pense no site como investimento

A pergunta útil não é só "quanto custa", e sim "quanto vale um cliente novo para mim". Se um contrato médio da sua empresa paga o site, a conta muda de figura. Nenhum fornecedor sério pode garantir quantos clientes o site vai trazer, mas dá para medir: contatos por mês, de onde vieram e quantos fecharam.

O que está incluído no nosso trabalho de site está descrito em serviços.

Para receber um orçamento com escopo detalhado, comece pelo diagnóstico grátis. Entendemos o seu negócio primeiro e só então falamos de valor.

Perguntas frequentes

Vale a pena fazer o site sozinho num construtor?

Para validar uma ideia ou começar sem verba, pode valer. O limite aparece em desempenho, em busca e no tempo que você gasta. Quando o site passa a ser canal de venda, o projeto profissional tende a compensar.

É melhor pagar o site à vista ou por mensalidade?

Depende do contrato. Mensalidade pode incluir manutenção e ser vantajosa, desde que fique claro o que acontece com o site, o domínio e o conteúdo se você cancelar.

Quanto tempo leva para um site ficar pronto?

Depende do escopo e, principalmente, da agilidade em aprovar textos e enviar materiais. O maior atraso em projetos de site costuma ser a espera por conteúdo, não a programação.